
Para uma cooperativa, fechar o período com resultado positivo deveria ser sempre uma boa notícia. Na prática, o momento de anunciar a distribuição de sobras é um dos que mais exige cuidado da gestão, porque não basta informar o valor final. É preciso mostrar como aquele número foi calculado para cada associado, considerando corretamente a separação entre ato cooperativo e operação com terceiros, além da participação de cada um nas atividades do período.
Quando esse processo não é conduzido com rigor, duas coisas acontecem ao mesmo tempo: o risco de erro no valor distribuído aumenta, e a confiança do associado na gestão diminui, mesmo com resultado positivo. Um associado que recebe um valor sem entender como ele foi calculado tende a questionar não só aquele número, mas a gestão como um todo, e esse tipo de dúvida é difícil de desfazer apenas com explicação verbal em assembleia.
Existe ainda a dimensão legal desse processo. A apuração de sobras ou perdas precisa ser auditável, sujeita a aprovação em assembleia e compatível com a legislação cooperativista, o que exige ferramentas capazes de manter todo o histórico de cálculo disponível para consulta, não apenas o resultado final.
O Nimbus, da Néctar Sistemas, calcula a apuração de sobras com base na movimentação real de cada associado, mantendo o processo auditável do início ao fim, com flexibilidade para definir como o valor será incorporado ao capital social ou restituído. Na próxima distribuição, o associado vai entender de onde veio aquele número, ou vai precisar confiar apenas na palavra de quem apresentou o resultado?